O Corretivo e o Preconceito

Se tem uma coisa que é o Santo Graal quando o assunto é maquiagem, essa coisa é encontrar a cor exata do seu corretivo. Eu, que tenho olheiras desde a minha adolescência, lutei muito até encontrar os tons exatos e, antes disso, sofri anos e anos com o efeito panda invertido. Por algum motivo, todo corretivo indicado nas lojas para mim era sempre muito mais claro que a minha pele.

Em 2011, quando eu já estava muito mais aprofundada nesse assunto de maquiagem, comprei um corretivo da M.A.C em uma loja nos Estados Unidos e pela primeira vez não fiquei com dois círculos brancos em volta dos meus olhos. Pensei: “finalmente”!

Até que um dia, em um evento com a blogueira Marina Smith, ela me viu tirar o corretivo da bolsa e brincou “é o mesmo que o meu!”. Na hora em que pegou o vidrinho para ver, ela levou um susto e disse “mas, menina, essa cor não é muito escura para você?”, na hora eu apenas disse que não, mas isso me deixou super encucada.

No dia seguinte, quando fui passar o produto, percebi que ele deixava a minha bochecha manchada de uma cor mais escura que a minha, com o tempo fui reparando que sim, aquele corretivo era muito escuro para a minha pele.

Passei a misturar com os claros que eu tinha, consegui o tom perfeito – e segui pensando que a minha pele era uma mistura muito louca que não existia corretivo para ela. Até que um dia, decidi eu mesma procurar a cor certa e voilá, encontrei – até fácil demais.

Comecei a repensar as minhas compras, a ver o que estava por trás das cores de corretivo indicadas para mim e cai em uma frase que ouvi anos atrás, quando estava comprando um vestido “essa cor fica linda em você porque sua pele é bem clarinha”. Cara, qualquer pessoa que tenha ao menos um olho funcional sabe que de clarinha eu não tenho absolutamente nada. Fruto das misturas desse Brasilzão, eu sou a típica morena jambo – um indefinido entre todas as raças existentes do loiro ao negro.

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Mas, foi nessa frase que eu encontrei a provável resposta para minha saga do corretivo. Todas as vezes que eu entrei em uma loja, os atendentes viram o que eu era através dos olhos deles – e não a tonalidade da minha pele por si só.

Quando eu entrava nas lojas aqui do Brasil – todas localizadas na Zona Sul do Rio de Janeiro, região mais nobre da cidade – os vendedores viam uma menina da região, com roupas de meninas da região e jeito de menina da região. Com toda essa bagagem, eles me viam branca – cor que nunca tive e nunca terei.

Já nos Estados Unidos, eles me viam como uma turista latina – e pelos filmes a gente percebe que o estereótipo dos latinos é sempre mulato ou um tom acima – portanto, meu tom de corretivo seria escuro e ponto.

Tudo isso me levou a pensar o quanto os nossos olhares sobre qualquer pessoa são afetados pelo o que ela aparenta e o quanto a gente deixa de ver por colocar essa cortina de preconceitos (no sentido mais fiel da palavra de ser um conceito formado antes do conhecimento) diante de todos a nossa volta.

Eu nunca pensei que a escolha de um corretivo fosse me levar a um pensamento tão ideológico, mas é duro pensar que a gente ainda atribui cor – ou a falta dela – a status e condição social. E, com esse pensamento, a gente não enxerga o que é verdadeiro. Já parou para pensar quantas pessoas você deixou de enxergar? Vale a reflexão.

Tendência: Vamos Falar sobre Pérolas

Vamos abrir a porta do confessionário: quando eu vi que o próximo hot stuff na prateleira de acessórios seria pérolas, me bateu um bode. Pérolas são fofinhas, são femininas e eu estou amando tanto essa onda boho-cabelo-bagunçado-roupa-largada que está rolando, que pensei que elas viriam para combater esse mood que virou o meu favorito.

Então, pesquisadora que sou, sai em busca de referências e… tchan tchan! Elas vêm, mas elas vêm cheia de bossa, de estilo, de ousadia e sedução. Pérolas, minhas amigas, não são mais acessórios da vovó, querem ver::

rihanna pérolas

pérolas

pérolas

emma watson pérola

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Eu confesso que vi alguns acessórios perolados nas prateleiras de Fast Fashion quando viajei mês passado, e me faltou imaginação para pensar em produções com esse clima livre. Quer saber o pior:: Eu não comprei nenhumzinho e agora estou arrependida. Fica a lição: até a roupa da vovó dá para ter remelexo ;)

Look do Dia: Mix Triplo de Estampas

Eu já devo ter falado por aqui, mas não custa repetir: eu amo mix de estampas. Amo tanto que não estou nem um pouco preparada para deixar ele de lado por peças lisas, pelo contrário, eu to preparada para deixar ele triplo hahaha.

Ficou com medo? Achou demais? Que nada, principalmente se a terceira estampa vier em um acessório – e as cores de todos os desenhos forem a mesma. Aliás, tá aí o truquezinho básico para um mix praticamente nunca dar errado – a cor é tudo na hora de combinar a mistura ;)

Outra coisa que eu acho que deu uma facilitada foi o fato de uma das estampas ser listras. Vocês não acham que listras são tipo o pretinho básico do mix de estampas? Elas vão com tudo, estão sempre de boa, tipo a Suécia dos desenhos.

E toda essa combinação tripla, eu confesso, foi só para usar a minha bolsa nova de poá. Ela não é a coisa mais linda? Eu estava até um pouco cansada de bolinhas, mas acho que gosto nessa vida é um vai e volta sem fim. Uma hora você não gosta, na outra ama, depois não liga… e tem nada demais mudar de ideia, viu? A parada é: gostou, usa!

batom rosa

Ah, e como hoje, por um milagre divino, eu não estava atrasada, ainda deu tempo de fotografar a maquiagem que eu usei… ha! Vou por partes, mas juro que sucinta será meu sobrenome.

Corretivo Marc Jacobs + Pó finalizador mineral da MAC

Eu já falei lá no meu Instagram que eu estou apaixonada por esse corretivo que é cobre tudo mesmo. Para ele durar mais, coloco um pouquinho do pó mineral da MAC, que eu uso faz uns 5 anos.

Blush Master Hi-Light da Maybelline

Eu trouxe esse blush de viagem, acho que ainda não tem no Brasil, e vocês não tem ideia da coisa linda que ele é. Ele dá aquela cor de saúde, só que com fundo iluminado, sabe? Fica a coisa mais maravilhosa.

Máscara Laura Mercier

Apesar do forte da Laura Mercier ser a pele (ela é praticamente imbatível em base e corretivos), essa máscara é muito boa. Dá volume, alonga, separa… serviço completo mesmo.

Batom Moxie da bareMinerals cor Risk it All

A minha boca é mega sensível e às vezes os batons das marcas mais badaladas acabam ressecando e dando uma alergiazinha. Como a bareMinerals é toda natural, os produtos deles são muuuito bons nesse quesito – e mesmo assim a pigmentação é de cair o queixo. Tenho várias cores diferentes!

A quem Interessar:

Blusa e Bolsa Forever 21

Calça Farm

Blogueiras Unidas Contra o Câncer de Mama

Outubro é o mês do combate ao câncer de mama e eu fui chamada para participar de uma campanha que encheu meu coração de alegria: blogueiras unidas contra o câncer de mama.

Funciona da seguinte forma, todos os blogs participantes colocam um selo e a cada selo colocado, um sutiã do tipo prótese é doado para mulheres que não têm condição de fazer a reconstituição da mama pela marca Satina.

Faz mais ou menos 9 anos que a minha mãe foi diagnosticada com câncer de mama. Na época, meu mundo caiu e eu pude ver de perto o desespero, o sofrimento e a luta para vencer essa doença. Graças a todas as forças positivas desse universo, minha mãe hoje em dia está completamente curada, mas é triste saber que diariamente milhares de mulheres passam por aquele pesadelo que minha mãe conseguiu deixar para trás.

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Quem curtiu a ação e tem blog, ou só quer fazer uma doação, vem conhecer aqui essa iniciativa linda. E, além de apoiar a campanha, também é muuuito importante se cuidar, mulherada:

- Auto-exame mensal

- Visitas anuais ao ginecologista e, se ele não pedir, exija ultrassonografia da mama. Muitos casos iniciais não são detectados no auto-exame.

Esses dois passos são fundamentais para manter a saúde em dia e não se arriscar.

Quando a gente ajuda, a gente fica mais forte e ainda fortalece outra pessoa, então, vamos!

Look de Trabalho: Legging

Foi-se o tempo em que legging era roupa só para malhar ou dar aquela passadinha no mercado da esquina. Hoje em dia, dá para colocar a peça para jogo na hora de sair, de almoçar fora e, no meu caso, até na hora de trabalhar. Tem felicidade maior?

Primeiro, a peça é mega confortável e para quem trabalha sentada o dia todo (oie!), não tem nada como o conforto de um tecido que, como diria a Xuxa, estica e puxa ao gosto do seu corpo. Segundo, com o frio que resolveu baixar no Rio de Janeiro nos últimos dias (só porque eu falei que estava calor), o volume das camadas de cima é totalmente anulado pela perna sequinha. Há!

Para fugir do frio, eu coloquei duas blusas mais um casulo, esse casacão de tricot que não tem botão e fica penduradinho nas costas. Para secar embaixo, uma legging estampada. Prático e confortável.

Outro detalhe que eu curti nesse look é a mistura de texturas. Enquanto embaixo o efeito fica por conta dos desenhos étnicos, o tricot faz às vezes do desenho de cima. A blusa branca também não é completamente lisa, apesar de não ter estampa. Eu sempre me valho desses truquezinhos porque sou meio relutante com peças totalmente lisas hahaha.

Para dar uma incrementadinha, que eu sempre preciso quando uso blusa sem estampa, um colar bem cheio. Tcharan, look pronto!

A quem interessar:

Casulo: H&M

Legging: Forever21

Blusa: Wet Seal

Tênis: Dani Villanova

Expulsa as Invejosas?

Vocês já perceberam como o universo feminino é povoado pelas “invejosas”? Todo mundo tem uma amiga, ou a amiga de uma amiga, que leva esse rótulo. Ou ela copia, ou fala mal, ou tenta desmerecer o “alvo da inveja”.

“Acho ridiculo mulher que usa saia muito curta”, e na primeira oportunidade lá está a locutora com uma saia micro. Você usa uma roupa, a locutora torce o nariz, e mais tarde lá está ela com uma produção gêmea. Todo mundo já teve que lidar com esse tipo de pessoa, agora, vocês já perceberam como isso não acontece no universo masculino?

Não se enganem pensando que os homens são mais bem resolvidos ou mais maduros. Eles são criados para serem amigos, parceiros, nunca para competir. E como é mesmo que as meninas são criadas?

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As meninas são criadas para serem as mais bonitas. Mais do que as amigas, mais do que as suas “competidoras”. É até curioso a gente perceber que não existe concurso para eleger o menino mais bonito, enquanto rola Little Miss Sunshine adoidado por aí.

O recado é dado desde pequena: você precisa ser melhor do que as suas “concorrentes”. Precisa chamar mais a atenção dos rapazes, afinal, quem não chama a atenção não casa – e deus me livre não casar.

Quando eu era mais nova, eu não tinha muitas referências de moda – e me vestia de forma super básica. Mas, eu nunca tive vergonha na cara e no dia que moda caiu no meu interesse, eu não hesitei em usar produções ousadas, fora do comum e às vezes até meio sem nexo, mas experimentar, errar e acertar faz parte de todo processo de criação – inclusive de roupa hahaha

Vocês não imaginam quantas vezes eu ouvi questionamentos “por que você está se vestindo assim?”. A resposta sempre foi e continua sendo a mesma: porque eu acho bonito. E enquanto eu ouvia elogios e até o clássico “onde você comprou?”, eu também tive que lidar com muita careta e comentário maldoso.

Se a gente fosse ensinada desde crianças que as mulheres são unidas, que as suas amigas são lindas como você, que “cat fight” é o cacete, que maneiro mesmo é mulher se ajudando, é muito provável que eu não tivesse ouvido metade do que já ouvi na rua – inclusive em um carnaval uma mulher (que eu nunca tinha visto na vida) se aproximando de mim para me dizer que eu era feia.

No dia, eu ri na cara dela e se Waleska Popozuda fizesse sucesso na época, eu provavelmente teria mandado um beijinho no ombo. Hoje, eu acho que ela é vítima de um mundo que ensina que você precisa atacar o que você acha que te ameaça – e provavelmente teria dado um sorriso (em vez de uma gargalhada) e saído de perto.

Quando o mundo te bombardeia com frases do tipo “se você encontrar seu ex com a namorada atual, esteja linda para mostrar que é melhor que ela”, como eu li outro dia em uma revista, é muito difícil não seguir o padrão, mas vale o esforço diário.

Se a sua amiga está bonita, elogie. Se ela conseguiu alguma conquista incrível no trabalho, parabenize, abrace, vibre. Se ela está feliz solteira, curta com ela. Se ela está apaixonada e animada, faça fé e votos. Se ela está prestes a viver alguma experiência maravilhosa, torça junto com ela.

Unidas, nós somos mais fortes e mais felizes – ou você acha que a menina que se incomoda com o sucesso das amigas vive numa boa?

Esse, para mim, é o único jeito de as próximas gerações crescerem em um mundo onde não se expulsa ninguém e o único beijinho que se dá é o de carinho.

Look do Dia: Vestido Listrado no Trabalho

Volteeeei, galera! Eu sumi bonito, eu sei… mas sabe quando bate um desânimo? Um “sei lá se eu quero continuar” e eu fui deixando o barco fluir sem mim. Maaas, ai eu tirei férias, voltei cheia de novidades, de novas referências e cadê que eu tinha onde contar? Peguei meu wordpress querido, tirei a poeira e cá estou eu de volta. Tomara que ninguém tenha sentido a minha falta (mentira, tomara que tenha sentido só um pouquinho <3).

E para começar sacudindo esse blog, voltei logo com um Look do Dia porque foi uma reflexão que eu tive outro dia: gente, o dressing code do meu trabalho é uma loucura. Só pode usar preto, branco, cinza e vermelho. Precisa ser meio social, mas eu odeio look careta, então vocês imaginam o quanto eu rebolo para elaborar o visual de todo santo dia.

Tendo isso em vista, para que elaborar e deixar morrer, né? Bora colocar para jogo para as amigas que também tem dificuldade em se vestir para o trabalho verem que dá para se arrumar sem fazer a linha terninho – a menos que você seja advogada… ai já era.

Como essa semana o inverno tomou chá de sumiço aqui no Rio (e eu cheia de casaco novo que trouxe de viagem, mas abafa), eu resolvi trabalhar de, como diz a Vanessa da nossa assessoria de Imprensa, alicerce da Sephora: vestido listrado igual à logo da empresa. <3

Como o look é sempre preto e branco,ou qualquer outra cor neutra, eu costumo mandar ver em um bocão para acender um pouco a produção. Hoje foi dia do clássico batom vermelho.

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Mas, para dar um diferencial, oxford masculino porque se fosse salto, não seria eu pode ter certeza, também preto e branco. O meu famoso sapato do Michael Jackson é muuuito velhinho (acho que eu comprei em 2006), mas ainda domina o meu coração.

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Para tirar todo aquele ar socialzinho do vestido arrumado, um cordão meio balagandã meio étnico porque o meu negócio não é ser certinha. Isso, aliás, é um truque que eu uso muito para equilibrar um estilo: colocar acessórios com referências totalmente diferentes da do look. Dá um ar diferente, sabe?

A quem interessar>

Vestido e cordão: H&M

Sapato: Alexandre Herchcovitch para Melissa

 

Blusa Vazada – e Fina!

Faz um tempinho que a tendência do sutiã de fora tomou conta com regatas super cavadas e eu juro que achei que no próximo verão o sutiã ia voltar a fazer papel de contra-regra (aquele que nunca aparece) nos looks, mas aparentemente enganada estou.

É que dois looks passaram pelo meu radar na semana passada e o que mais me chamou a atenção foi como eles eram parecidos – mesmas cores, formas muito parecidas, mas mais do que isso a blusa entregou tudo, e nem era da mesma loja! Dá só uma olhadinha:

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Calça preta soltinha e blusa branca, mostrando que o black and white tá aí e por aí pretende ficar por um tempo, e blusa totalmente vazada. Nada daquele modelo redinha que também deu as caras no verão passado, a parada é tu-do-de-fo-ra. Aqui em cima o look é tipo uma rede bem aberta, como uma segunda versão. Já aqui embaixo, o lance é outro: um poá vazado que é geometria e ousadia pura. Amei quilos.

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Por baixo, os sutiãs continuam na mesma, modelos comportados e combinando com o look. Agora, não é demais como duas blusas aparentemente com propostas tão diferentes são tão parecidas? Cada uma vem de uma vertente mas, no final, as duas nascentes desembocam no mesmo rio.

Eu ainda estou com aquela estranheza inicial, talvez eu apostasse na blusa de poá porque achei mais edgy. E vocês, apostam ou passam?

Acabe com o Bad Hair Day

Sabe aquela história que o humor depende do jeito que o seu cabelo acordou? Bem que eu queria que isso fosse mentira, mas não tem jeito, é só o cabelo acordar um grande vacilo (é assim que eu chamo meus bad hair days) que a hora de se arrumar para sair de casa deixa de ser diversão. E aí, fazer o quê? Chorar, se esconder? Claro que não! A gente sabe bem mais que isso.

Nessa hora, você apela para tudo que os blogs de moda e sites de street style te ensinaram e ainda dá jeito de recolher uns elogios. E a sacada da vez é… turbante!

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Não, eles não são novidade, mas olha só essas imagens e vê se ainda não dá um caldo (ou uma sopa inteira dependendo de como você colocar para jogo). Agora, por que eu to falando isso? Porque essa semana mesmo eu passei por essa situação vacilo.

Uma amiga mega querida (beijo, Xuxu – inclusive ela tem um blog lindo aqui ó) me chamou para  sair à noite e a cabeleira estava uó. Por causa disso você vai perder a chance de ver uma amiga querida? Jamais! Olhei aquele turbante pendurado no cabide, ele olhou para mim e feito!

como usar turbante

Eu fui de A para B em questão de segundos. Agora, não precisa fazer a louca e mostrar seu bad hair day em cadeia nacional, tipo eu. Só coloca o turbante que já tá lindo, tá mara, tá resolvido :)

Quanto ao turbante, esse eu comprei na Forever 21 por uma bagatela (não lembro digitos, mas não passou de 30 reais fato), mas dá sempre para pegar uma faixa antiga ou até a barra de um vestido que você mandou encurtar para fazer às vezes de turbante (em outro post eu mostro essa proeza que já me rendeu acessórios de cabelos maravilhosos) :D

Quais truques vocês usam para disfarçar um cabelo que secou ou acordou no vacilo?

Porque Neoprene é Uma Ótima Escolha

Faz um tempinho que o Neoprene começou a figurar nos sites de street style e nas passarelas. Algumas peças a gente ama, outras torce o nariz, mas você já parou para se perguntar por que o tecido é uma boa escolha, ainda mais para quem vive no Brasil?

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Primeiro, ele é confortável todavida – não é à toa que ele é usado para fazer roupas de surf, né? A mobilidade é total e, como o tecido estica, em momento nenhum você fica desconfortável.

1 ponto para o Neoprene.

Segundo, ele isola o calor, mas não esquenta demais, o que torna ele a peça perfeita para o nosso invernico – que muitas vezes não é o suficiente para um tricot, mas é demais para sair desprotegida.

2 pontos para o Neoprene.

Terceiro, por ser leve, a costura deixa ele levantadinho. Resultado: as saias e os vestidos ficam com aquele volume fofo que eu amo!

3 pontos para o neoprene.

Quarto, ainda pensando na leveza do tecido, ele nao pesa na mala e nem no corpo. Mais conforto para você na hora de escolher a peça.

4 pontos para o neoprene.

O tecido só tem um porém para mim. Às vezes, esse levantadinho deixa um volume exagerado, o que pode incomodar um pouco quem curte uma roupa com caimento mais soltinho (tipo eu! Haha). Mas aí, é só apostar em vestidos mais coladinhos ou saias.

Agora, se você curte um look dramático e volume não te assusta, pode apostar nos casacos também!

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Eu tenho uma saia de Neoprene da FARM que eu uso quase toda semana hahaha. Com blusa social, camiseta rocker, moletom… não tem tempo ruim para a peça.

E vocês, tem alguma peça com o tecido que não dispensam ou estão pensando em investir?

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